

Nossos conhecimentos podem ser divididos em três áreas: a primeira seria a área das coisas que você sabe que sabe, a segunda, a das coisas que você sabe que não sabe e, por fim, a área das coisas que você não sabe que não sabe.
É o que afirma Gilberto Cury, fundador e Presidente do Conselho da SBPNL (Sociedade Brasileira de Programação Neurolinguística) no prefácio do livro Usando a sua mente, do célebre Richard Bendler (considerado um dos criadores da PNL).
Mas se não sabemos que são sabemos sobre algo, será que isto nos faz falta?
Sim, pois uma coisa que tenho certeza que muitos que estão lendo este artigo não sabem que não sabem é que em 95% de nossas decisões diárias, não pensamos, apenas agimos impulsivamente. Não acreditam? Vejam o vídeo abaixo:
Primeiramente: nosso cérebro automatiza tudo para que possamos aprender coisas novas; segundo: somos seres sociais, ou seja, incorporamos hábitos para podermos fazer parte de grupos (e sermos aceitos); e terceiro (e mais importante), vivemos uma rotina que nos foca em entrega de resultados e que nos condiciona a agir (e não pensar).
Enfim, aquilo que você sabe que sabe mas não coloca em prática, de nada ajuda; por vezes você busca mais conhecimento pois tem certeza de coisas que você sabe que não sabe; mas o mais importante: as coisas que você não sabe que não sabe comandam a sua vida e você se sente, por vezes, impotente e sem forças. Invista no autoconhecimento e passe a conhecer aquilo que você não sabe que não sabe.
Você já sabia que não sabe muito sobre você mesmo(a)? Me conte…